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PINGENTE RELICARIO AMETISTA NATURAL, PRATA 925. Indonesia - 31904773

Disponibilidade: 1 Item em estoque
Ref.: 31904773
Descrição Rápida

METAL: PRATA 925 - PESO MÉDIO: 5,3 gramas -  PEDRA: Ametista natural - COMPRIMENTO (altura sem a contra-argola - passante): 25 mm - LARGURA: 20 mm - COMPRIMENTO (altura total com a contra-argola): 35 mm - PASSANTE ( espaço interno para passar a corrente): 7 x 8 mm - PROCEDENCIA: Peça artesanal importada da India.



Fornecemos garantia de entrega, certificado de garantia e autenticidade, nota fiscal e embalagem para presente.

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      PINGENTE RELICARIO AMETISTA NATURAL, PRATA 925. Indonesia - 31904773 - A corrente é vendida separadamente. Peça importada da Indonesia


      METAL: PRATA 925 - PESO MÉDIO: 5,3 gramas -  PEDRA: Ametista natural - COMPRIMENTO (altura sem a contra-argola - passante): 25 mm - LARGURA: 20 mm - COMPRIMENTO (altura total com a contra-argola): 35 mm - PASSANTE ( espaço interno para passar a corrente): 7 x 8 mm - PROCEDENCIA: Peça artesanal importada da India.


      Fornecemos garantia de entrega, certificado de garantia e autenticidade, nota fiscal e embalagem para presente.


       A Ametista é uma pedra elegante com uma cor atraente, boa durabilidade e acessibilidade, não é de admirar que a Amertista seja a pedra favorita de muitos joalheiros, artesãos e durante muito tempo pela nobreza.


      Historicamente as pedras que eram valorizadas pela sua raridade foram nomeadas de “gemas cardinais” devido a sua utilização pela realeza e religiosos. A Ametista fazia parte dessa elite e era considerada preciosa tanto quanto um diamante. Foi usada como pingente pelos faraós no Egito e amplamente empregue na antiguidade por entalhadores. Na idade média era um símbolo da realeza, esteve presente nas joias da coroa real britânica e foi a pedra dos anéis de bispos. Contudo no século XIX, com as descobertas de abundantes jazidas no Brasil fez com que se tornasse uma joia mais acessível passando para médio valor.


       ORIGEM DO NOME.


      A palavra grega “amethystos” pode ser traduzida como “não bêbado”, do grego a-, “não” + methystos, “bêbado”.  A Ametista foi considerada como um forte antídoto contra a embriaguez, e é por isso que antigamente os gregos a usavam como ornamento em recipientes de bebidas, acreditando que isso evitaria a intoxicação.


      Em seu poema “A Ametista”, ou “O amor de Baco e Ametista”, o poeta francês Remy Belleau(1528-1577) inventou um mito em que Baco – deus romano do vinho, da ebriedade, dos excessos -, perseguia Ametista que recusava suas afeições. Ametista rezou para que os deuses a protegessem, uma oração que Diana – deusa romana da lua e da caça, muito poderosa e forte, mais conhecida como deusa casta – respondeu, transformando-a em um cristal de quartzo claro. Humilhado pelo desejo por Ametista permanecer pura, Baco mergulhou a estátua no vinho, tingindo assim o cristal na cor violeta.


      As Ametistas caracterizam-se pela sua cor violeta, que pode ser mais ou menos intensa dependendo da quantidade de irradiação, impurezas de ferro e a presença de oligoelementos, que resultam em substituições de rede de cristal complexas. É a variedade mais apreciada do Quartzo, de fórmula SiO2 (dióxido de silício).


      Os seus cristais sempre crescem sobre uma base. Quando têm formato de pirâmides, a cor mais intensa predomina nas pontas dos cristais. Existem algumas variedades que podem apresentar faixas brancas de quartzo leitoso, assim como a cor violeta no meio dos cristais.


      As contas de oração dos tibetanos são de Ametista. Consideram que era uma pedra sagrada para o Buda.


      No oriente é costume colocar a Ametista na testa, acreditando-se que exerça influência positiva sobre o Chakra ajna, conhecido também por “terceiro olho“.


      Os celtas molhavam a pedra com saliva e esfregavam sobre as espinhas ou problemas de pele para curá-los.


      Na época greco-romana, os anéis de Ametista em bronze eram usados ​​como amuletos contra o mal e os copos esculpidos neste material baniam a dor e o mal de todos que neles bebiam.


      Na igreja católica da idade média, era o símbolo da piedade e encorajava o celibato – era suposto que a pedra dava-lhes clareza na mente. Foi muito utilizada em ornamentações como relicários, vestimentas e anéis dos bispos.


      Foi usada como amuleto pelos soldados europeus na época medieval. Acreditavam que a pedra os protegia, curava dos ferimentos e os encorajava nas batalhas.


      No Renascimento, Ametistas com gravações de ursos foram usadas ​​como amuletos para protegê-los dos grandes animais.


      Hoje em dia, os bruxos modernos usam-na em sua varinha, uma vez que não só canaliza a energia boa, mas também transmuta a energia ruim, devolvendo a energia excedente para a Terra.


       


       

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    Flavio Crestana

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